
Se você tem pele oleosa, talvez já tenha pensado: “quanto mais eu secar, melhor”. Mas é aí que mora o erro 👀
Um dos mitos mais comuns nos cuidados com a pele é acreditar que quem tem oleosidade deve fugir do hidratante. Só que oleosidade não é sinônimo de hidratação — e quando a pele fica desidratada, o efeito pode ser exatamente o contrário do esperado.
🧴 Oleosidade x Hidratação
A oleosidade está ligada à produção de sebo pelas glândulas sebáceas. Já a hidratação tem a ver com a quantidade de água na pele e com a integridade da barreira cutânea. Ou seja: dá, sim, para ter pele oleosa e desidratada ao mesmo tempo.
Quando a pele perde muita água (principalmente pelo uso excessivo de sabonetes agressivos e produtos adstringentes), ocorre uma disfunção da barreira cutânea. Como resposta, o organismo tenta compensar aumentando a produção de óleo. Esse mecanismo é conhecido como efeito rebote.
Resultado?
Você tenta “secar” e acaba ficando ainda mais oleosa.
⚠️ Além disso, o uso exagerado de produtos secativos pode causar sensibilidade, inflamação leve, descamação e até piora da acne. A pele entra num ciclo vicioso: perde proteção → produz mais óleo → você tenta secar de novo.
💧 Então qual é o caminho?
Hidratar faz parte do tratamento da pele oleosa. O segredo está na escolha certa:
✔️ Texturas leves
✔️ Fórmulas oil-free
✔️ Produtos não comedogênicos
Ativos como ácido hialurônico, glicerina e ceramidas ajudam a manter a água na pele e fortalecem a barreira cutânea, reduzindo o desequilíbrio que leva ao excesso de sebo.
Cuidar da pele não é remover tudo — é devolver o que ela precisa para funcionar bem. Quando está equilibrada, ela produz menos óleo e responde melhor aos tratamentos.
Conta aqui: Como você costuma cuidar da sua pele? 👇✨

Comentários (0)
Não há comentários para este artigo. Seja o(a) primeiro(a) a deixar uma mensagem!